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| Índia: conflito entre muçulmanos e cristãos deixa mortos Orissa, Índia... [ASN] A Igreja Adventista está em oração pelo que está ocorrendo com os cristãos que moram na cidade de Orissa, na Índia. Há alguns dias se iniciou um conflito entre muçulmanos e cristãos. Casas, igrejas e escolas cristãs estão sendo incendiadas e pessoas estão sendo mortas. Já se tem notícia da morte de 15 adventistas do sétimo dia. Os demais se encontram foragidos nas matas. Os líderes da Igreja solicitam que os irmãos se unam em oração em favor dos cristãos que moram naquela região. [Equipe ASN – Redação] |

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Deputados proíbem funcionamento do comércio aos domingos no Estado
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Acompanhe os passos de Roma:
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Mensangens especiais: _Claudia Shirley:
Sofonias 1:7 a 18 e 2:1 a 3
_Paulão:
Obadias 15 a 21
_Manassés:
Isaías 29:1 a 8
_Elaine:
Miquéias 4
_Carlos Moniz:
Apoc 21
Pesquisador Adventista
Aponta Fatores que Favorecerão a
Santificação do Domingo
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Economia internacionalEntenda a crise do créditoUm período de forte disponibilidade de recursos (liquidez) no mercado internacional gerou um esgotamento de clientes no segmento de financiamento imobiliário e hipotecas nos Estados Unidos. Com recursos sobrando e poucos consumidores com bom histórico de pagamento disponíveis, os bancos passaram a emprestar dinheiro nestas modalidades a pessoas que tinham menos garantias. Os problemas para estas instituições começaram no final de julho de 2007, quando foram divulgadas as primeiras perdas com este tipo de negócio, frente às dificuldades para recuperar os empréstimos concedidos. Além dos problemas nas instituições financeiras, a crise chegou às bolsas de valores já que estes mesmos bancos vendiam papéis atrelados aos ganhos com os empréstimos imobiliários. Com medo de perdas, houve uma corrida para resgatar o dinheiro aplicado nestes fundos e, conseqüentemente, uma preocupação se os bancos teriam condição de honrar os compromissos com os investidores em fuga. Mesmo com a ação dos bancos centrais mundiais, que injetaram dinheiro nos mercados, a American Home Mortgage Investment, uma das maiores fornecedoras independentes de empréstimos residenciais de baixo e médio riscos nos Estados Unidos, entrou com um pedido de recuperação judicial em agosto de 2007. Os problemas se agravaram em 2008. Em maio, o JPMorgan Chase, um banco comercial, comprou o 5º maior banco de investimentos dos EUA, o Bear Stearns, por US$ 236 milhões. A operação só ocorreu após o Federal Reserve (FED, o banco central americano) ter aceitado financiar US$ 30 bilhões de ativos de menor liquidez da instituição com problemas. Já em setembro, duas grandes instituições financeiras envolvidas na crise de crédito tiveram destinos distintos. O Lehman Brothers - 4º maior banco de investimento dos EUA - pediu concordata, afetado por perdas acumuladas de US$ 7,8 bilhões e uma carteira de ativos que ainda contava com US$ 54 bilhões em investimentos atrelados ao mercado imobiliário com risco potencial de difícil avaliação. Um dia depois, a seguradora American International Group (AIG) recebeu um empréstimo de US$ 85 bilhões do governo americano para evitar um possível pedido de falência, após perdas de US$ 18,5 bilhões em três trimestres consecutivos. A empresa foi afetada por ter muitas apólices que protegiam bancos de perdas com investimentos de alto risco. Ainda em setembro, o banco Washington Mutual - maior de poupança e empréstimos nos EUA - foi fechado pelo governo, na maior falência de um banco na história do país. Os ativos bancários da instituição foram vendidos ao JPMorgan Chase por US$ 1,9 bilhão. Segundo o órgão que fechou o Mutual, o banco tem US$ 188,3 bilhões em depósitos e foi descrito como uma instituição de US$ 307 bilhões. Entenda o pacote econômico de US$ 700 bilhões Apesar do resultado, autoridades do governo e congressistas afirmam que novas negociações serão realizadas em busca de um acordo que garanta a aprovação do pacote em uma nova votação nos próximos dias. Se a proposta de 106 páginas for aprovada, os Estados Unidos vão testemunhar a maior intervenção do governo na economia desde a crise de 1929. A BBC preparou uma série de perguntas e respostas para ajudar a entender o que está sendo proposto. Quais são as principais propostas do pacote? Esse é considerado o ponto mais polêmico do plano. Para muitos americanos, trata-se de um proposta de "socorro a banqueiros" paga com o dinheiro do contribuinte. Com isso em mente, parlamentares democratas exigiram mudanças na proposta original - mas há sinais de que nem todos estão satisfeitos com o plano atual. Por sua vez, alguns membros do Partido Republicano, o mesmo do presidente George W. Bush, são por princípio contra a intervenção do Estado no mercado e por isso resistem à idéia. 2. O pacote prevê restrições nos pagamentos feitos a executivos das instituições beneficiadas pela ajuda; 3. O governo terá participação em empresas que forem ajudadas; 4. A implementação do pacote será supervisionada por uma comissão; 5. O Tesouro terá que estabelecer um programa de seguros para garantir os ativos das empresas que estão com problemas. Como o pacote deve funcionar? Com o dinheiro, o governo ajudará as instituições com problemas, comprando os papéis podres, em troca de ações das empresas. Dessa forma, se o banco se recuperar, os contribuintes vão lucrar com os dividendos dos papéis. Passará a haver restrições aos pagamentos dos executivos dos bancos, que deixarão de ter os chamados "pára-quedas dourados" - imensos pagamentos destinados a banqueiros que estão deixando suas instituições. O governo vai cancelar deduções de impostos a empresas que pagarem mais de US$ 500 mil por ano a seus executivos. O Tesouro também lançará um programa de seguros para garantir os ativos dos bancos em dificuldade. Os prêmios seriam pagos pelas próprias instituições financeiras socorridas. Por fim, será criado o comitê que ficará encarregado de supervisionar a aplicação do dinheiro do pacote. Entre as autoridades que farão parte desse comitê estão os presidentes do Fed (o banco central americano), Ben Bernanke, e da Comissão de Mercado de Valores (órgão que regulamenta o mercado de ações, semelhante à Comissão de Valores Mobiliários brasileira), Chris Cox. O que são papéis podres? A atual crise foi desencadeada pelo aumento da inadimplência de pessoas que contraíram hipotecas, mas não se sabe ao certo quais conseguirão honrar seus compromissos ou não. Por que a compra desses papéis deve ajudar os bancos com problemas? Com isso, as empresas em dificuldades receberiam uma grande injeção de capital, melhorando suas contas. Isso, por sua vez, diminuiria a insegurança e aumentaria a liquidez do mercado - já que os bancos ganhariam mais segurança para emprestar recursos uns ao outros. Quando o pacote deve ser aprovado? A incerteza foi comprovada no dia seguinte, com a rejeição do pacote na primeira votação realizada na Câmara dos Representantes. Mesmo assim, existe a expectativa de que o pacote ganhe o respaldo do Congresso nos próximos dias devido ao forte apoio ao plano - inclusive por parte dos candidatos republicano e democrata à Presidência dos Estados Unidos, John McCain e Barack Obama. Os parlamentares podem propor modificações à proposta, o que poderia estender as negociações. Depois de aprovado no Congresso, o pacote ainda precisaria da sanção do presidente George W. Bush - que poderia vetar alguns pontos negociados pelos congressistas. Cronologia: Crise nos mercados financeiros A inadimplência em empréstimos do tipo subprime - hipotecas de alto risco para pessoas com histórico ruim de crédito - atingiu níveis recordes. Abril a agosto de 2007: contágio do subprime Com suas dívidas sendo repassadas para outros bancos, o mercado subprime começou a entrar em colapso. O banco de investimentos Bear Stearns diz que seus investidores não conseguirão resgatar o dinheiro investido em seus fundos hedge. O diretor do Federal Reserve (o banco central americano), Ben Bernanke, diz que a crise do subprime pode custar US$ 100 bilhões. Agosto 2007: Tamanho da crise é vem à tona É um sinal claro de que os bancos estão se recusando a emprestar dinheiro uns aos outros. O Banco Central Europeu investe 95 bilhões de euros no setor bancário, para melhorar a liquidez. Em seguida, mais 108,7 bilhões de euros são investidos. Os bancos centrais dos Estados Unidos, Canadá e Japão começam a intervir. 17 de agosto Setembro 2007: Corrida aos bancos 18 de setembro Outubro de 2007: perdas começam a surgir No fim do mês, o diretor do Merrill Lynch se demite, depois de anunciar que o banco tinha US$ 7,9 bilhões de dívidas que incluíam papéis podres. Dezembro 2007: Ajuda do governo Fevereiro e março 2008: Nacionalizações e compras Em março, o Federal Reserve disponibiliza mais US$ 200 bilhões para bancos em dificuldade. No dia 17, o quinto maior banco americano, Bear Stearns, é comprado pelo JP Morgan Chase por US$ 240 milhões (um ano antes, o banco valia US$ 18 bilhões). Abril 2008: Mais efeitos na Europa Segundo o FMI, os efeitos da crise estão se espalhando para outros setores como crédito ao consumidor e dívidas de empresas. Dois dias depois o Banco da Inglaterra diminui sua taxa de juros para 5%, um corte de 0,25%. 21 de abril Abril a junho de 2008: Bancos tentam conseguir dinheiro 2 de maio 19 de junho 25 de junho Julho de 2008: Grandes financiadores no limite 14 de julho Juntas, as duas companhias são responsáveis por quase metade das hipotecas dos Estados Unidos e detêm ou garantem cerca de US$ 5,3 trilhões em financiamentos e são cruciais para o mercado imobiliário americano. Agosto a setembro de 2008: Outros gigantes sofrem Dos grandes bancos europeus, o HSBC estava entre os mais atingidos pela crise do mercado imobiliário e de crédito dos Estados Unidos. 30 de agosto 1º de setembro 5 de setembro 7 de setembro O secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, afirma que os níveis das dívidas das duas companhias significavam um "risco sistêmico" para a estabilidade econômica e que, se o governo não agisse, a situação poderia piorar. 10 de setembro O anúncio ocorre em meio a mais alertas econômicos feitos pela Comissão Européia, afirmando que Grã-Bretanha, Alemanha e Espanha poderão entrar em recessão até o final de 2008. 15 de setembro O ex-presidente do Fed Alan Greenspan afirma que outras grandes companhias também poderão cair. No mesmo dia, o Merrill Lynch, um dos principais bancos de investimento americanos, concordou em ser comprado pelo Bank of America por US$ 50 bilhões para evitar prejuízos maiores. 16 de setembro Em retorno, o governo assumirá o controle de quase 80% das ações da empresa e o gerenciamento dos negócios. 25 de setembro 28 de setembro Autoridades na Holanda, Bélgica e Luxemburgo aceitaram investir 11,2 bilhões de euros na operação. Nos Estados Unidos, legisladores anunciaram que chegaram a um acordo bipartidário para aprovação do pacote de US$ 700 bilhões para salvar instituições financeiras afetadas pela crise. 29 de setembro O Wachovia, o quarto maior banco americano, é comprado pelo Citigroup, em um acordo de resgate que conta com o apoio das autoridades americanas. Segundo este acordo o Citigroup vai absorver até US$ 42 bilhões dos prejuízos do Wachovia. Na Grã-Bretanha, o governo confirmou a nacionalização do banco de hipotecas Bradford & Bingley. O governo assume o controle de financiamentos e empréstimos do banco no valor de 50 bilhões de libras (cerca de R$ 171 bilhões) enquanto suas operações de poupança e agências são vendidas para o Santander, da Espanha. O governo da Islândia assume o controle do terceiro maior banco do país, Glitnir, depois que a companhia teve problemas com fundos de curto-prazo. Com BBC Brasil. |