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Temas Jovem
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A BOLSA DE BATATAS PDF Imprimir E-mail
O professor pediu para que os alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Ele pediu para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os seus nomes nas batatas e as colocassem dentro da bolsa.

Algumas das bolsas ficaram muito pesadas. A tarefa consistia em, durante uma semana, levar a todos os lados a bolsa com batatas.

Naturalmente a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo. O incômodo de carregar a bolsa, a cada momento, mostrava-lhes o tamanho do peso espiritual diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na bolsa para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes para eles.

Esta é uma grande metáfora do preço que se paga, todos os dias, por mantermos a dor, a bronca e a negatividade. 

Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria.

Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a calma.

Portanto... jogue fora suas 'batatas'!
Tenha um excelente dia!

Abraço a todos

Sígrid Gleise

A VISITA DE JESUS PDF Imprimir E-mail
Um aldeão russo, muito devoto, tinha pedido em suas orações, durante alguns anos, que Jesus o viesse visitar, uma vez só que fosse, na sua humilde choupana.
 
Uma noite sonhou que o Senhor, no dia seguinte, havia de aparecer-lhe, e tão certo ficou de que assim havia de suceder que, apenas acordou, levantou-se imediatamente, entregando-se ao trabalho de pôr em ordem a choupana, para que nela pudesse ser recebido o hóspede celeste tão desejado.

Apesar de uma violenta tempestade de granizo e neve, que durou todo o dia, nem por isso o pobre aldeão abandonou os preparativos domésticos, cuidando também da sopa de couves, que era o seu prato predileto, e olhando, de vez em quando, para a estrada, sempre à espera da feliz ocasião, não obstante a tempestade continuar implacável.

Decorrido pouco tempo, o aldeão viu que caminhava pela estrada, em luta com a borrasca de neve que o cegava, um pobre vendedor ambulante que conduzia às costas um fardo bastante pesado. Compadecido, saiu de casa e foi ao encontro do vendedor. Levou-o para a sua choupana, pôs-lhe a roupa a secar ao fogo na lareira, repartiu com ele a sopa de couves e só o deixou ir embora depois de ver que ele já tinha forças para continuar a jornada.

Olhando de novo através da vidraça, viu uma pobre mulher toda embaraçada, em procura do caminho, na estrada coberta de neve. Foi buscá-la e abrigou-a também na choupana, mandou-a aquecer-se ao lume benfazejo do lar, deu-lhe de comer, embrulhou-a na sua própria capa, e não a deixou partir, enquanto não readquiriu forças bastantes para a caminhada.
A noite começava a cair. E, contudo, nada havia que pudesse anunciar a vinda de Jesus. Contudo, já quase sem esperanças, o pobre aldeão abriu a porta, ainda mais uma vez. E, estendendo os olhos pela estrada, distinguiu uma criança e certificou que ela se encontrava perdida no caminho, de tão cega que estava pelo granizo e pela neve.

Saiu mais uma vez, pegou na criança quase gelada, levou-a para a cabana, deu-lhe de comer, e não demorou muito que não a visse adormecida ao calor da lareira.
Sensivelmente impressionado, o aldeão sentou-se, e adormeceu também ao fogo do lar, mas, de repente, uma luz radiosa, que não provinha do lume da lareira iluminou tudo! E, diante do pobre aldeão, surgiu risonho o Senhor, envolto em uma túnica branca. - "Ah! Senhor! Esperei todo o dia, e vós sem aparecerdes", disse o aldeão.

E Jesus lhe respondeu: - "Já por três vezes, hoje visitei tua choupana: O pobre vendedor ambulante, a quem socorreste, aquecesses e deste de comer, era EU, a pobre mulher, a quem deste a tua capa, era EU, e essa criança a quem salvaste da tempestade, também era EU... O bem que fizeste, a cada um deles, a mim mesmo o fizeste"!
Jackson Alexandre

A PARÁBOLA DA ROSA PDF Imprimir E-mail
Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou.

Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou, Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?

Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.
Assim é com muitas pessoas.

Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas.

Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.

Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior.
Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e, conseqüentemente, isso morre.

Nós nunca percebemos o nosso potencial.

Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve mostrá-la a elas.

Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.

Esta é a característica do amor -- olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas.

Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajuda-a a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.

Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, Elas superarão seus próprios espinhos.

Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.

(Autor Desconhecido)

A VIDRAÇA PDF Imprimir E-mail
Um casal, recém-casados, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.

Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou, com o marido:

- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal!

Está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

O marido observou calado.

Três dias depois, também durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis, no varal, e novamente a mulher comentou com o marido:

- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!

E assim, a cada três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.

Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis muito brancos sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:

- Veja, ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha deu sabão? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente a respondeu:

- Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei a vidraça da nossa janela!

E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos.

Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir;

Verifique seus próprios defeitos e limitações.

Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos.

Lave sua vidraça. Abra sua janela. Mande essa mensagem para seus amigos e a compreensão fortalecerá o laço de amizade de quem você gosta.

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